Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 10/08/2020
Hodiernamente,no Brasil,a Cibercondria,vem atacando a população brasileira pela prática de se realizar um autodiagnóstico de sua saúde e por conta disso não procuram a ajuda de um profissional especializado e isso é lamentavelmente perceptível no cotidiano, instiga a sociedade a refletir sobre os desafios do combate à questão. A priori, é importante destacar que, em função da falta de orientação sobre as novas tecnologias as famílias não sabem sobre os prejuízos quando essas são utilizadas de forma errônia para cuidar da saúde. Dessa forma, fica evidente que a taxa de 79% da população que pratica a automedicação -pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ)-, só tende a crescer nos próximos anos devido ao maior acesso à rede mundial de computadores. Nesse sentido, deve ocorre um maior controle sobre o acesso às pesquisas na internet, de acordo com os sintomas, e um esclarecimento das autoridades sobre a forma de diagnosticar dos médicos, que leva em conta muitos fatores. Outrossim, leis, quando cumpridas pelas instituições, podem salvar muitas vidas. Todavia, elas não são praticadas pelos cidadão e nem fiscalizadas para verificar a execução de forma verídica pelos estabelecimentos que vendem drogas, na maioria das vezes, sem receita médica, levando o consumidor a não procurar ajuda de um especialista para tratar as enfermidades tomando como verdade o que foi pesquisado pelo Google. Em síntese, é fundamental que a orientação e as leis podem amenizar o quadro atual. Para a minimização dos problemas decorrentes, urge que o Ministério da Saúde(MS) crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive a procura de médicos e advirtam os cidadãos dos riscos para a saúde, sugerindo ao telespectador criar o hábito de ingerir apenas remédios receitados e não utilizar a internet para serviços clínicos.