Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 30/07/2020

A cibercondria é originário da hipocondria, ambas tratam da sensibilidade do sistema nervoso, levando o indivíduo pesquisar por sintomas de doenças, ocasionado a ingestão de medicamentos sem receita médica. Assim, é notável que essa problema tornou-se alarmante, tendo em vista o impedimento da efetivação do bem-estar social. Portanto, é preciso analisar como as consultas virtuais contribuem para esse problema na sociedade.

A busca da automedicação é comum em pessoas que sofrem de ansiedade, pois as mesmas têm dificuldades em esperar e buscam outros meios, como a internet, para descobrir de que doença elas estão sofrendo, e assim, se automedicam, sem antes passar por um especialista, abrindo possibilidade de agravar os sintomas.

As consultas virtuais se destacam como impulsionador do atendimento virtual. Visto que as pessoas buscam informações básicas na internet e optam por um diagnóstico em sites. Isso foi apurado e comprovado pelo Site G1, que argumenta sobre o fato Cibercondríacos terem a coação em pesquisar medicamentos para si-próprios. Consequentemente, não é viável que esse problema continue existindo, uma vez que essa questão intervém no desenvolvimento socioeconômico.

Podemos concluir que é indispensável que o Ministério da Saúde ofereça a proteção da saúde da população, promovendo discussões presenciais sobre os perigos da cibercondria com a ajuda de especialistas no assunto, principalmente de profissionais que ajudam na mudança comportamental das pessoas. Mas atualmente, com a presença do coronavírus em quase todas as regiões, esta ideia não pode ser aplicada, pois aglomerações poderiam causar problemas maiores. Sendo assim, o método mais adequado seria a produção de informativos, que poderiam ser apresentados no período de comercial dos canais de telecomunicação