Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/07/2020
É fato que desde muito tempo atrás o homem vem buscando ferramentas para facilitar seu trabalho, e com o avanço da tecnologia foi criada a internet, que pode levar ao individuo as respostas para a sua pergunta em questão de segundos, porém não podemos filtrar quais resposta são verdadeiras e quais são falsas, por conta disso deve-se ter muito cuidado, na hora que está pesquisando o individuo pode se deparar com uma série de doenças, e em muitos casos preferem acreditar em algo que veem na internet do que algo dito por um médico especialista no assunto.
Muitas pessoas não costumam ir a um médico quando estão sentindo algo de diferente no seu corpo, muitas delas acham melhor pesquisar na internet do que ter a opinião de um especialista, como explica o psicólogo Tom Damasceno em relação a automedicação, “A gente sabe que a automedicação pode trazer várias consequências tanto físicas, como psicológicas. Por exemplo, eu já vi casos de pessoas que estavam tomando remédio de depressão de outra pessoas, cada individuo é um, é necessário uma avaliação pessoal”.
A Organização Mundial da Saúde poderia investir em sites ou programas que ofereçam suporte para pessoas que em alguns casos nem tem acesso a orientação profissional, como por exemplo, conversas em tempo real que médicos especializados que em casos mais graves o médico poderá pedir ao paciente que vá até um hospital, ou sobre o perigo de pesquisar sobre medicamentos e como se tratar na internet e a importância de combater sites que divulgam conteúdo falso para pessoas que não tem acesso a um mecanismo de pesquisa seguro.