Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 15/03/2020
A tecnologia é uma ferramenta de extrema importância para o ser humano, os seus avanços trouxeram diversos benefícios. Contanto, alguns malefícios vêm sendo observado, entre eles, a cibercondria, que estar se espalhando no meio do mundo e causando um terrível prejuízo na saúde mental da população. Diante disso, se ver necessário, avaliar os fatores que influenciam para esta problemática.
Em primeiro plano, a cibercondria apresenta diversas causas. Uma delas é o imediatismo, esse fator vem influenciando diretamente, é um modo de vida que se infiltra e se acomoda na mente. As pessoas estão cada vez mais impacientes, viciados em respostas imediatas e resultados rápidos, com isso, utilizam a internet para analisar exames e avaliar sua saúde com respostas a maioria das vezes errôneas, esta é a primeira opção das pessoas, já que não vão gastar dinheiro e nem sair de casa, é um resultado que sai em segundos, mas que pode levar a um prejuízo irreversível.
Além disso, traz consequências significativas, pois esse hábito de pesquisar os sintomas e aparecer doenças relacionadas, causa uma ansiedade no indivíduo. Com um suposto resultado em mãos, vai a procura de medicamentos para sua cura. Apesar de possuir os remédios que só vendem com prescrição médica muitas drogarias agem fora da lei e são encontrados medicamentos de fácil acesso e vendido sem a prescrição. Decorrente disso vem a automedicação, é uma consequência que deve ser levada em consideração, pois poderá fortalecer bactérias e vírus do seu organismo.
Portanto, medidas devem ser tomadas, para amenizar esta problemática. De início, as pessoas devem ter consciência do prejuízo que estão causando na própria saúde e perceber que precisam de um médico para diagnóstico das doenças, o autodiagnóstico não é valido, pois o único conhecimento que tem é o senso comum. Seguido disso, O Conselho Regional de Farmácia, deve fiscalizar as farmácias que fazem vendas irregulares de medicamentos, assim as pessoas não teriam fácil acesso e não se automedicariam. Com isso, a cibercondria teria menos consequências.