Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 29/02/2020

Desde 2001, a cibercondria ou a síndrome da pesquisa na internet já era evidente na sociedade, devido a fácil conexão ás redes digitais. No entanto, existem meios de suportes especializados como grupos online e organizações de solidariedade que aconselham as pessoas em seu tratamento. Por consequência, atualmente, a busca por resultados rápidos torna-se preocupante a saúde do indivíduo na sociedade.

É relevante salientar que os indivíduos buscam informações na área da saúde através da internet e chegam aos consultórios com opiniões já formadas sobre o seu diagnóstico. Entre os fatores que mais influenciaram está a automedicação, na qual as pessoas ingerem remédios sem consultar um médico. Desse modo, indivíduos que se auto prescrevem seus fármacos podem desenvolver perigos ocultos em si mesmo como: resistência ao medicamento; intoxicação; dependência ao remédio.

Em decorrência disso, o uso de fármacos de forma incorreta pode acarretar, inclusive, no agravamento ou no surgimento de uma doença. Nesse sentido, a busca por possíveis resultados no “Dr. Google” pode gerar ansiedade nos indivíduos, visto que as redes digitais oferecem diversas informações para o mesmo transtorno, confundindo as pessoas na identificação do seu problema. Logo, esses indivíduos sofrem por medo; insônia; angústia sem utilidade no seu dia a dia.

Portanto, é preciso minimizar o efeito da cibercondria na população. Para isso, é papel dos médicos especializados em cada doença transmitir segurança nas informações com o objetivo de tranquilizar os pacientes sobre o seu verdadeiro diagnóstico. Como também, cabe aos grupos médicos fornecerem indicações de sites com dados confiáveis a fim de ajudar as pessoas a obterem informações seguras sobre a sua doença.