Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 08/10/2019

O físico teórico e cosmólogo britânico Stephen Hawking afirmava que " O maior inimigo  do conhecimento não é a ignorância, mas sim a ilusão do conhecimento". Diante desse pensamento nota se a negligência da sociedade em tomar atitudes imediatas através de sites , fazendo surgir novos problemas, como a cibercondria e a doença na era digital desencadeando transtornos contemporâneos e a automedicação.

A priori, com objetivo de superar as dificuldades e facilitar os novos meios de vida do mundo pós-moderno surge os instrumentos tecnológicos. Porém, com os avanços desta tecnologia se torna mais fácil falsificar as informações, chamadas “Fake News”. Dessa forma, a automedicação ganha força na sociedade, pois ao sentir qualquer mal-estar o indivíduo é induzido a se consultar com o “Dr Google” estando sujeito a ser vitima de falsas informações, e a partir dessa analise  pratica a automedicação, no entanto do ponto de vista biológico as células ficam mais resistentes o que acaba dificultando a situação quando o paciente desenvolve alguma doença mais grave.

Igualmente, outro fator relevante é o desenvolvimento de transtornos que tem início quando o internauta se auto-diagnóstica  e descobre algum tipo de doença perigosa. A partir disso, esses desenvolve a hipocondria que é a preocupação intensa sobre o suposto estado de saúde fazendo surgir uma doença séria. Um desses transtornos é a depressão, grave doença que afeta negativamente como o individuo se sente, pensa e age.

Evidenciam-se, portanto, que a cibercondria é uma doença contemporânea. Dessa maneira cabe ao Governo atribuir um novo sistema de saúde contendo caixa de texto confiável sendo dirigida por órgãos da saúde. Além disso, as UBS devem criar campanhas vinculadas ao perigo da cibercondria, trazendo as graves consequências e orientando a sociedade sob a forma de prevenção. Com isso espera se alcançar uma sociedade mais informada e consciente.