Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 31/05/2022

“No meio do caminho tinha uma pedra.” O famoso verso do poeta Carlos Drummond trata de uma metáfora para desafios. Análogo a essa citação, é evidente que há uma pedra no caminho do Brasil: a dependência digital dos jovens na contemporaneidade. Ademais, sabe-se que, com a chegada da terceira revolução industrial, a tecnologia tornou-se indispensável à sociedade, pois traz a praticidade e facilidade no dia a dia. Entretanto, aos jovens, o mundo digital pode prejudicar a qualidade de vida quando o uso torna-se incontrolável.

Primeiramente, sabe-se que a tecnologia faz parte da rotina das pessoas. No entanto, o uso de redes sociais ou videogames com horários ilimitados traz diversas consequências aos adolescentes. Dito isso, prejudica devido a falta de concentração ou tempo de qualidade nos estudos, atividades físicas, de lazer ou com a família. Além disso, o vício no celular pode levar, também, a noites mal dormidas e distúrbios mentais, como instabilidade emocional. De acordo com pesquisa do G1, 40% dos jovens são viciados no celular. Em virtudes desses fatos, as consequências podem levar ao sedentatismo, insônia ou reprovação na escola.

Outrossim, é possível perceber que o principal entrave que impede esse problema de ser resolvido é a falta de limitação do uso da tecnologia entre os jovens. Ainda assim, falta a comunidade brasileira estar consciente das causas e das consequências da depênciancia digital entre os mais novos para cobrar as autoridades medidas para intervir a isso.

Portanto, cabe ao Ministério da Saúde fornecer palestras e programas de avaliação nas escolas sobre a dependência digital, por meio de um projeto com psicólogos, com o objetivo de pais e de alunos compreenderem melhor o assunto, para que seja possível uma maior conscientização e tratamento. Ademais, é necessário o Governo Federal limitar horários de uso de redes sociais e jogos online para jovens menores de 18 anos, mediante a uma parceira com o poder legislativo, com o fito de aumentar esse tempo com outras atividades ocupacionais, para que seja possível uma maior concentração nos estudos e atividades com a família, melhorando a qualidade de vida.