Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 26/01/2022

Na obra “Modernidade Líquida”, de Zygmunt Baumann, o mundo é composto por aceleradas e fluidas relações sociais. Para acompanhar esse ritmo intenso da sociedade contemporânea, a forma como utilizamos à técnologia se modificou, aumentando o uso compulsivo de aparelhos eletrônicos em nosso cotidiano. Diante disso, a discussão sobre as causas e consequências da dependência de tecnlógica dos jovens é essencial para buscar medidas que possam tentar solucionar esse problema.

Nesse contexto, deve-se ressaltar a ausência de ações governamentais para identificar a causa desse problema. Visto que, devido à quarta revolução industrial que se iniciou no século XXI, promoveu uma alteração na interação entre o mundo real e técnológico. Devido a esse ocorrido, o uso da técnologia se tornou uma ferramenta imprensindível na forma de trabalhar e se relacionar na sociedade atual. Nessa lógica, os jovens sofreram o reflexo disso, já que, segundo o King’s College de Londres, cerca de 25% hoje são viciados em seus celulares e têm comportamentos de falta de controle e ansiedade quando não estão com o aparelho em mãos. Sendo assim, os dados corroboram com a necessidade de olhar com mais atenção para essa situação.

Ademais, é fundamental apontar a influência do uso excessivo de aparelhos eletrônicos, como um causador de transtornos psicológicos nos jovens, e outros campos de suas vidas. No documentário “Dilema das Redes” é evidenciado de como o vício nas telas podem trazer problemas de autoestima e socialização, criando indivíduos com dificuldade de se comunicar fisicamente e que constantemente se comparam a padrões de estética irreais, levando a uma baixa autoestima. Dessa forma, é possível perceber que o uso abusivo de aparelhos digitais interfere diretamente no emocional, nas interações sociais e outras atividades do cotidiano dos usuários.

Portanto, a necessidade de combater esses obstáculos é essencial. Para isso, os Ministérios do Governo Federal, a exemplo do Ministério da educação, através das escolas juntamente com a família, como os pais e os responsáveis, devem promover campanhas e palestras educacionais com psicológos sobre o uso execessivo de telas para os jovens nas escolas, como também dar uma orientação a familia sobre controle do tempo de tela dos filhos, a fim de reduzir a dependência digital dos jovens e promover uma melhor qualidade de vida psicológica e social entre eles.