Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 12/11/2021

A Terceir Revolução Industrial, chamada também de Revolução Informacional, teve início após a Segunda Guerra Mundial e evidenciou o momento no qual a eletrônica aparece como fator de modernização industrial. Esse acontecimento acentuou mudanças nas relações sociais de  cunho estrutural, de forma que, a tecnologia e sua instantaneidade passou a atuar a favor da rotina dos jovens, porém o seu uso excessivo e desmedido pode acarretar em dependência e consequentemente em transtornos psicossocial.

À princípio, é necessário salientar que os eletroeletrônicos, por exemplo, os smartphones, aliado a internet, se faz necessário no cotidiano do brasileiro, seja como uma ferramenta de trabalho, seja como um meio rápido e prático de comunicação, sendo majoritariamente das vezes, indispensável, visto que, como aborda sabiamente o filósofo Rousseau “O homem é fruto do meio”. Entretanto, o seu uso desmedido pode transformar em um vício, e esse, gerar prejuízos biopsicossocial.

Ademais, é preciso compreender tal dependência como um transtorno de saúde pública e, principalmente, de ordem psíquica, tal como, a nomofobia. Essa doença, recentemente reconhecida por órgãos de saúde pública mundial, caracteriza como sendo o medo irracional de estar sem o aparelho celular de modo a acarretar sintomas psicológicos e físicos.

Destarte, é evidente que a dependência digital, nas suas mais variadas manifestações, é um problema de saúde sanitária. Logo, uma opção para mitigar essa situação é a criação e desenvolvimento de uma campanha publicitária, pelo Governo Federal e Ministério da Saúde, abordando as consequências reais do uso incontrolado de veículos digitais e, divulgando amplamente nas redes sociais e TV aberta, abrangendo assim, um maior público de jovens ativo digitalmente. Além de, incrementar o atendimento no SUS com psicoterapias voltada a esse público, pensando assim também,  nas remediações.