Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 14/03/2021
Um estudo publicado na BMC Psychiatry, realizado com quarenta e dois mil jovens, sobre o “uso problemático de smartphones”, indica que, vinte e três por cento deles poderiam ser classificados como viciados. Estes resultados são alarmantes, visto que uma grande quantidade de pessoas acaba por desenvolver diversos problemas, como não conseguir administrar o tempo do dia a dia, por passar horas no celular.
A priori, é necessário entender que a tecnologia é uma ferramenta muito útil no dia a dia das pessoas e, portanto, não podemos dizer que um indivíduo está viciado apenas por passar algumas horas na frente do computador ou celular, por exemplo. Segundo Aristóteles, em alguns casos, a tecnologia completa o que a natureza não consegue finalizar. Em outras palavras, isso significa que, muitas vezes, os avanços tecnológicos surgem à partir de necessidades que surgem para o ser humano, como por exemplo o telefone, criado por Graham Bell, que revolucionou a comunicação, encurtando muito a distância entre as pessoas.
Entretanto, existem casos em que o uso excessivo desses aparelhos pode ser problemático. Pessoas que passam muito tempo no celular ou computador, por exemplo, podem desenvolver transtornos psicológicos, como ansiedade, ou dificuldades comunicativas, além de diversas outras doenças. Alguns países, como por exemplo, o Japão e a China, tomaram precausões para minimizar os casos de dependência digital nos jovens, controlando o número de horas que eles podem ficar na frente da tela. Estas medidas impedem que as pessoas fiquem dependentes dessas tecnologias, forando elas a se ocuparem com outras atividades.
Sendo assim, fica evidente que, essas tecnologias são necessarias para a humanidade, entretanto, é necessario tomar cuidado com o uso execivo que acarreta na dependência. Portanto, o governo, junto ao congresso, devem criar leis, assim como a China e o japão, para controlar o tempo que as pessoas passam nestes aparelhos, fazendo com que as pessoas tenham que achar outras atuvidades e, portanto, não se tornem viciados.