Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 13/03/2021
A terceira revolução industrial aconteceu em meados do século XX, e trouxe inovações tecnológicas visíveis, realizando um aprimoramento e uma modicação do sistema produtivo. Saindo da história, percebe-se que a sociedade vigente, em especial os jovens, devem lidar com tais mudanças de maneira cautelosa, para que o uso tecnológico não se torne um vício. Dessa forma, é necessário analisar as causas e consequêcias da dependência tecnológica dos jovens da contemporaneidade.
Na segunda fase do romantismo, movimento literário do século XIX, tinha-se como maneira de não conectar-se com a realidade, e com os acontecimentos nela presente, escrever poemas, visando expressar os seus sentimentos. Porém, tal perspectiva se alterou com o tempo, e, na atualidade, a forma em que os jovens encontram de fugir de seus problemas é por meio das mídias sociais, evitando lidar com as situações da vida, como problemas familiares ou até mesmo discordâncias nos locais de desenvolvimento intelectual. Dessa forma, a problemática se intensifica, e a dificuldade de sua erradicação se torna cada vez mais difícil de alcançar.
Conforme uma pesquisa britânica realizada com 42 mil jovens, apenas 77% encontram-se realizando as atividades diárias, sem dependência tecnológica. Dessa maneira, uma porção considerável da população analisada são consideradas viciadas, e, por isso, podem vir a ter queda no rendimento físico, sentimental, social e educativo, desencadeando problemas psicológico, tais quais depressão, ansiedade, ou até mesmo a bipolaridade. Nessa perspectiva, as consequências desse ato altera a qualidade de vida do indivíduo, gerando um grau de isolamento cada vez maior, podendo levar ao suicídio.
Torna-se evidente e indispensável a execução de medidas que venham a solucionar a problemática. Para tanto, o Ministério da Educação junto com os locais de ensino, devem investir em campanhas que mostrem a realidade, visando conscientizar os jovens. Ademais, é necessário um apoio familiar, com o estabelecimento de limites nos aparelhos tecnológicos, como também um incentivo para a realização de atividade física. Com isso, espera-se que essas ações interventivas venham a diminuir o indíce de dependência das redes sociais, proveniente da terceira revolução industrial.