Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade
Enviada em 13/03/2021
A partir do final da Revolução Industrial, mudanças precisas ocorreram, principalmente na tecnologia. Com o avanço tecnológico significativo, nesse contexto, junto com esses avanços a maioria das pessoas começaram a ter acesso ao mundo virtual, majoritariamente os adolescentes e crianças. Apesar de ser um bom meio repleto de novidades, muitos jovens acabam passando horas navegando, mexendo nas mídias sociais, sem usá-la de forma disciplinada.
Com o surgimento da pandemia do COVID-19, toda a população se recolheu em suas casas em consequência do distanciamento social e do isolamento, portanto muitos não foram ao trabalho com tanta frequência e os adolescentes estiveram muito tempo em casa, já que as instituições não estavam funcionando. Em virtude disso, os jovens começaram a passar mais tempo que o normal nas redes sociais, ficando cada vez mais dependentes da internet, e como um resultado disso, muitos desenvolveram cada vez mais o sedentarismo.
Além disso, a partir de pesquisas feitas pela Organização Mundial de Saúde(OMS), eles passaram a considerar como doença a dependência digital e a nomofobia. Levantamentos feitos já apontam que cerca de 176 milhões de pessoas no mundo são viciadas em tecnologia, esse vício também está ligado com outras tecnologias, como computadores e videogames.
Portanto, com os riscos de dependência da tecnologia após seus avanços, e afetando significativamente os jovens, medidas precisam ser tomadas para evitar esse problema. Com o auxílio dos próprios aplicativos de redes sociais, deve ser feito um tempo limite de acesso para as pessoas, e alguns avisos dos riscos que o excesso de uso pode ter em todos. Dessa forma, é um começo para poder ajudar os jovens a não terem uma compulsão com as redes e manterem uma boa frequência de uso delas.