Causas e consequências da dependência digital dos jovens na contemporaneidade

Enviada em 15/01/2021

Segundo Thomas Hobbes, filósofo britânico do século XVII, o homem é o lobo do homem. Com isso, apesar dos benefícios da internet, o vício em aplicativos apresenta-se como um grande desafio a ser enfrentado pela sociedade brasileira, visto que, não só causam danos ao físico, mas também psicológico aos usuários. Dessa forma, convém analisar as principais consequências e possível medida para reduzir essa problemática.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os aplicativos são um dos maiores fatores para o aumento do sedentarismo no mundo. Isso evidencia, devido ao alto número de horas em frente aos aparelhos eletrônicos, o uso excessivo de “smartphones”, infelizmente, causa diversos problemas ao indivíduo, uma vez que a falta de exercícios físicos pode acarretar diversas doenças, como a obesidade, que é um grande responsável para os casos de infarto no Brasil.

Além disso, em direção ao pensamento de Hobbes, os casos de depressão e suicídios cresceram exponencialmente desde 2009 em jovens do mundo, segundo o documentário “O Dilema das Redes”. Esse fato demonstra a relação direta das redes sociais com os casos dessa doença, visto que aumentou a comparação entre pessoas e, consequentemente,  a busca por um padrão de beleza inalcansável, que, principalmente entre adolescente, é extremamente perigoso, pois são mais suscetíveis a  serem atingidos pela depressão por esse motivo.

Dessa forma,  em contramão aos dizeres de Thomas Hobbes e a fim de enfrentar o vício em aplicativos, o governo federal, por meio de campanhas publicitárias em veículos de comunicação, deve alertar a população acerca dos riscos trazidos pelo uso excessivo de aplicativos, além de informar sobre dicas que os usuários possam utilizar para reduzir o vício, como desligar as notificações das redes sociais. Essa atitude, não só conscientizaria a população, mas também geraria a redução de diversas doenças provenientes desse vício.