Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 09/04/2018
No século XIX, a primeira geração do romantismo chamada, também, de mal do século ficou conhecida pelos sucessivas depressões e suicídios sofrida pelo seus escritores. Ainda hoje, na sociedade líquida em que os jovens estão inseridos, há um despreparo psicológico em relação a volatilidade das relações contemporâneas. Assim, o mal do século, iniciado há 200 anos, persiste até hoje, ganhando destaque por ainda ser um tabu.
Primeiramente, é válido destacar as causas desse problema crônico. Apesar de ser recorrente o suicídio de pessoas no Brasil, dentro de muitas famílias, cuidados psicológicos e de desenvolvimento das crianças são vistos como besteira. Além disso, o excesso de informações, na qual das crianças estão expostas, e as más influências dentro do mundo online, fazem com que, casos como o do desafio da baleia azul, sejam mais recorrentes. Dessa forma, as crianças crescem cada vez mais vulneráveis a problemas psicológicos futuros, levando ao suicídio.
Ademais, é importante frisar as consequências desse mal acompanhamento dos jovens. De acordo com pesquisas do Ministério da Saúde, o número de suicídios entre jovens, no Brasil, aumento cerca de 10% nos últimos 12 anos. Nesse sentido, surtos de ataques violentos em estabelecimentos públicos, principalmente escolas, estão mais comuns. Exemplo disso, foi o caso da criança de Goiânia,que por problemas psicológicos, atirou e matou alguns de seus colegas da escola.
Fica evidente, portanto, que medidas são necessárias para resolver esse impasse. Primeiramente, a mídia em parceria com ONGs,que combatam a depressão, deve promover campanhas para das dicas aos pais sobre o que podem melhorar na educação dos seus filhos. Entre elas, cuidar das amizades e influências de seus filhos, mas também atentar com mudanças, repentinas, de comportamento, a fim de evitar possíveis problemas. Por fim, as escolas devêm disponibilizar psicólogos e incluir a participação familiar no dia a dia do filho dentro do ambiente de educação, buscando uma aproximação maior entre pais e filhos.