Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil
Enviada em 04/08/2021
A ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente, garante a proteção integral da população juvenil brasileira. No entanto, essa jurisprudência é contestada, uma vez que há a problematização dos empecilhos envoltos aos caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil. Inquestionavelmente, essa falha ocorre devido à insuficiência de palestras, em escolas e faculdades, voltadas para a prevenção contra a autoquíria e à falta de regulamentação de leis que visam a diminuição dos índices de autocídio na federação.
A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover discussões, em instituições de ensino, voltadas para a prevenção de suicídio entre os adolescentes brasileiros. Indubitavelmente, modalidades de ensino focadas na precaução contra a autoquíria são necessárias, mas a falta de investimento governamental nessas palestras acarreta a desinformação populacional e a minimização de distúrbios mentais que podem levar ao suicídio. Inegavelmente, a carência de apoio de órgãos públicos a essa lecionação, tem como seguimento o desconhecimento das massas sobre as maneiras de prevenção ao autocídio, fato esse, que contribui para os altos índices de autoextermínio e o menosprezamento de doenças mentais. Por consequência da falta de investimento em palestras educacionais e da insipiência da população, os índices de suicídio irão continuar subindo, afirmação essa que é exemplificada pelo G1, com o aumento de 7% na taxa de autoquíria na nação.
Além disso, é de conhecimento público que a exiguidade de regulamentação de leis é um dos empecilhos que impedem o desenvolvimento dos caminhos para a prevenção do suicídio entre os jovens. Sob o mesmo ponto de vista, segundo o veículo de informações UOL, as leis existentes, como a Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, que garante o bem-estar e o desenvolvimento integral de juvenis, são uma previdência, mas somente com os decretos regulamentares são especificados os detalhes de como uma diretriz irá agir. Visto isso, é evidente que sem a estandardização, as taxas de autocídio vão aumentar, circunstância essa que, conforme o jornal G1, acarretou índices de 65% de pré-adolescentes e 45% de adolescentes suicidas, no ano de 2019.
Em suma, com a falta de palestras de ensino e o desprovimento de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Saúde, organize palestras mensais, por meio de anúncios inseridos em meios de comunicação on-line, que permitirão o diálogo entre os participantes, para politizar a população sobre os caminhos para a prevenção do suicídio entre jovens. Ademais, promover assembleias públicas para instruir as massas sobre as consequências do aumento de taxas de autocídio, o que resultará em uma nação informada, com o efeito de criar cidadãos mais conscientes.