Caminhos para prevenir o suicídio entre os jovens no Brasil

Enviada em 25/02/2019

Para os românticos da segunda geração, o “Mal do século” era a tuberculose,em analogia ao termo, na atualidade, muitos dizem que o “Mal do século” atual é o suicídio.No Brasil, as questões que incitam o suícidio, são empecilhos no caminho para prevenção de tal prática,que por sua vez, manifesta-se em maioria nos jovens.Diante do exposto,evidencia-se que a pressão social, aliada à fragilização das relações humanas são os principais obstáculos para superação do ato de tirar a própria vida.

É necessário associar o pressionamento social diante dos vários setores da vida do indivíduo, ao crescimento das tachas de suicídios juvenis. Exemplo disso, foi o que ocorreu com Getúlio Vargas,o qual devido o conjunto de opressões, escolheu a morte como meio de evasão de seus problemas.Esse pensamento manifesta-se em boa parte de boa parte dos adolescentes, correspondendo então, ao abordado por Durkheim em “O suicídio”,o qual apresenta os valores coercitivos da sociedade como incitantes para ação de tirar a vida.

Por sua vez, a fragilização das relações sociais, representado pela atual era digital, promove a segregação de pessoas que não se inserem nesse campo.Evidentemente, que a formação de bolhas sociais estimula o isolamento  de indivíduos não pertencentes ao grupo. Logo, o crescente aumento de suicídios precoces apresentam como causa ,o desleixo por parte da sociedade.Diante disso, pode-se relacionar à liquefação  das relações humanas, sugeridas por Baumam,a qual o rompimento dos laços humanos resulta em crises para a sociedade.

Em suma, evidencia-se que a coerção da sociedade somada à fraqueza das interações sociais são o cerne do suicídio juvenil.Desse modo,cabe, portanto, que a escola crie o projeto de prevenção ao suicídio, que deve atuar em conciliação com a família.Tal projeto,efetivado por meio da discussão temática e suporte psicológico em todas instituições.Assim,com finalidade de orientar  a um novo caminho , e consequentemente reduzir os índices de suícido entre jovens e demarcar o fim do “Mal do século XXI”.