Caminhos para combater o negacionismo científico no Brasil
Enviada em 08/05/2024
No filme ‘‘Não olhe para cima’’, dirigido por Adam McKay, uma estudante de astronomia e o professor descobrem um cometa orbitando no sistema solar em rota de colisão com a Terra. No entanto, os protagonistas tentam chamar a atenção da imprensa para alertar a humanidade, que não se importa tanto, pois está ocupada demais com as redes sociais. Nesse sentido, o negacionismo científico apresenta um prejuízo à saúde populacional agrupado a desvalorização da ciência.
É lícito postular, a princípio, que o desserviço ao bem-estar da população está diretamente relacionado à disseminação de notícias falsas ligadas a doenças e informações básicas sobre a saúde pública. O compartilhamento desse tipo de desinformação e a negação sobre a existência de novos vírus, questionar as medidas de prevenção e desconfiar da qualidade de vacinas podem ocasionar na diminuição da vitalidade da população e até mesmo no falecimento de milhares de pessoas ao redor do mundo.
Além disso, cabe salientar que o desprezo da ciência ocasiona na diminuição na produção de artigos científicos como ocorreu no Brasil apontando um decréscimo de 7,4% na publicação de editoriais no ano de 2022 se comparado a 2021. Essa descrença contribui para a expansão de movimentos antivacinas que acreditam que a vacinação prejudica o corpo ao invés de prevenir alguma doença e para o aumento de informações incorretas na internet, portanto fica evidente que medidas precisam ser tomadas para reverter a situação.
Desse modo, é possivel conlcuir que o Governo deve incentivar os jovens por meio de palestras educativas em escolas e faculdades com o objetivo de conscientizar alunos e professores em relação ao tema. Ademais, cabe as mídias divulgarem campanhas por meio de redes sociais, como ‘‘Facebook’’ e ‘‘Instagram’’, com o mesmo objetivo de conscientizar a população sobre as consequências do negacionismo científico para a sociedade. Só assim, tal problemática será resolvida.