Caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil

Enviada em 20/12/2020

A Constituição brasileira, promulgada em 05 de outubro de 1988, tem como uma de suas cláusulas pétreas o direito à saúde a todos os cidadãos brasileiros. Contudo, infelizmente, para o combate a epidemia de crack no Brasil, esse direito tornou-se facultativo. Esses cidadãos a margem da sociedade estão sofrendo com exclusão social, degradação física e rotulações pejorativas.

A degradação física que essas pessoas sofrem com a utilização do crack, faz com que percam um percentual alto de massa muscular, descalcificação de ossos e dentes e perda de neurônios. Não esquecendo do agravamento de doenças psicológicas.

Faz-se mister, salientar, a exclusão social sofrida por essas pessoas e para eles suprirem essa necessidade de contato humano, procuram locais como a “cracolandia” em SP, bairro Lagoinha em BH e varias outros pelo Brasil. Tristemente o preconceito cria alguns nomes pejorativos com “predite”, alcunha derivada da pedra de crack. Parafraseando Nelson Mandela em “Uma longa jornada para liberdade”, nenhum homem nasce mau, ele é ensinado, então podemos ensinaló a ser bom.

Conclui-se, que para combater a epidemia de crack no Brasil, com o projeto “Vitória sobre o cachimbo”, necessita dos governantes municipais criarem clínicas de reabilitação com psicológos em áreas tomadas pelo crack, para o convencimento dos usuários a internação voluntária com a finalidade de ressocilização dos depentes.