Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 27/10/2021

Segundo o filósofo grego Platão: “O importante não é viver, mas sim viver bem.” Analogamente, essa ideia é deturpada pela população, uma vez que a automedicação está presente dentro da realidade brasileira. Dessa forma, tal conjuntura é desenvolvida a partir do passado, bem como os indivíduos carecem de informações acerca do assunto.

Sob esse viés, é imperioso destacar que a automedicação tornou-se um problema histórico. Nesse sentido, faz-se necessário citar que no passado brasileiro, uma parcela de pessoas utilizava plantas medicinais para cuidar de enfermidades, já que os remédios não eram desenvolvidos naquela época. Dessa maneira, essa prática, enraizada no corpo social, permite a perdurabilidade do uso indiscriminado de medicamentos. Logo, essa adversidade precisa da intervenção de instituições, que disseminam informações.

Ademais, ressalta-se que há uma notória falta de informações sobre o assunto. Diante disso, de acordo com o Conselho Federal de Farmácias, mais da metade dos brasileiros se automedicam. Então, diante do dado, fica evidente que há uma escassa campanha acerca do revés, o que possibilita a ignorância dos cidadãos no que tange as consequências da automedicação. Assim, é notório a grande importância do conhecimento, visto que a carência dele fomenta a manutenção do problema.

Portanto, medidas são imprescindíveis para atenuação das adversidades citadas. Sendo assim, convém aos indivíduos engajados na questão criar uma ONG por meio da aprovação do Ministério Público. E, essa organização, terá como função promover rodas de conversas em ambientes escolares sobre as consequências da automedicação, além de trazer informações cientificas. Por conseguinte, ela atuará em toda extensão territorial. Enfim, espera-se, com essas ações, concretizar, no Brasil, o ideal platônico.