Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 23/08/2021
O uso de plantas medicinais na antiguidade foi crucial para o avanço dos tratamentos de doenças. Nesse sentido, no Brasil, os desafios da automedicação em debate têm contribuído de forma negativa para o bem-estar da população. Tendo isso em vista, a facilidade de obter remédios e a falta de conhecimento sobre a saúde física tornou um dos problemas a ser resolvidos.
Dessa forma, vale ressaltar o autodiagnóstico feito incorretamente por meio de pesquisas online tornando hábito para as pessoas. De acordo com o pensador Thomas Hobbes, é dever do Estado cuidar do bem-estar dos seres humanos, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Logo, com a ineficiência do Ministério da Saúde com a nova legislação em que permite a venda livre de remédios sem o receituário tornou-se um empecilho para o problema.
Ademais, verifica-se o desconhecimento da população com a atuação fisiológica dos remédios provocado pela dependência química. Sob tal ótica, no reality show, o ex-BBB Fiuk, vítima de zoação por parte dos brasileiros, infelizmente, sofre de abstinência por automedicação. Diante desse cenário, fica claro a falta de conhecimento dos cidadãos com relação aos riscos que pode causar pela excessiva medicação.
Depreende-se, portanto, a qual não há dúvida de que é necessária uma atitude para mudar o cenário da automedicação no século XXI. Para isso, o Ministério da Saúde, juntamente com a Mídia, deverá investir em projetos relacionados a excessiva medicação, informando todos os cuidados que é preciso ter. Isso deve ocorrer por meio de propagandas televisivas e reportagens, a fim de garantir o bem-estar da população. Da mesma forma, com a participação de médicos e farmacêuticos relatando os riscos sobre a compra de remédios sem o receituário para que possa amenizar as causas de dependência química.