Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 02/07/2021
Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 20 mil pessoas no Brasil, morrem por causa da automedicação. Esse costume traz riscos extremamentes sérios à saúde. O uso inconsciente de medicamento pode ajudar na formação de bactérias no organismo, visto também que resulte em efeitos colaterais.
“A diferença entre o remédio e o veneno é a dose”, afirmou Paracelso, o médico suiço. Assim, como o ibuprofeno, existem vários remédios com efeitos nefratóxicos, que na maioria são anti-inflamatórios, que diminui a função renal. Quando pesquisa-se sobre algum farmaco, na maioria das vezes, buscam apenas como a medicação pode curar e aliviar a dor, sem visar os efeitos contrários que pode causar na vida do paciente medicado.
Desta forma, é inegável a procura de medicamento sem prescrição médica, seja por causa da dificuldadede atendimento nos hospitais. Segundo estudos, em 2018, 51 mil mortes são causas da falta de atendimento hospitalar. Consequentemente, as pessoas vão a procura de farmácias que desponibilizam medicações sem receitas e acessam a internete para obter informações sem saber de fato o problema.
Concluí-se que a automedicação é um problema brasileiro que requer a atenção do Governo, que deve através de palestras educativas televisivas e cartazes, informar sobre os perigos da automedicação para a sociedade brasileira, para que assim se possa solucionar o problema.