Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 26/10/2019
Apesar de se destacar como potência mundial no mundo, o Brasil ainda enfrenta problemas obsoletos em relação a quantidade de pessoas que se automedicam, o que pode até trazer sérios danos à saúde. Por um lado, nota-se que, farmácias vendem medicamentos sem prescrição médica, e por outro lado há também um certo impacto na vida do ser humano, pelo uso incorreto de algumas drogas.
Em primeiro lugar, a venda de diversas medicações sem receita do médico, aumentou significativamente nos últimos anos. Segundo dados do site da Folha, aproximadamente 90% da população se automedica, pois as farmácias têm um monitoramento bastante precário, o que permite o uso grande e desordenado de medicamentos. Com isso, as farmácias têm um lucro financeiro grande, embora cause impactos negativos à população.
Além disso, o uso inadequado de alguns produtos pode comprometer a vida da pessoa, embora geralmente às pessoas procuram mais remédios para sintomas simples, o consumo de drogas mais complexas, com a necessidade de orientação médica, pode trazer prejuízos irreversíveis à saúde, como a morte.
Parafraseando, Sun Tze, um escritor, “A guerra só é vencida com estratégias”. Tomando a máxima desse autor, só será possível reverter essa situação através de planejamentos. Portanto, faz se necessário que o Ministério da Saúde (OMS), conscientize às pessoas dos perigos da aplicação automática, por meio de propagandas na televisão, distribuição de panfletos e palestras com médicos especialistas no assunto, a fim de que toda a população se conscientize da importância de consultar o médico.