Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 25/09/2019

A falta de tempo do indivíduo, na atualidade, junto com a facilidade de se informar por causa da internet e a mídia, levou o mesmo a se autodiagnosticar, em consequência, a tomar remédios sem prescrição médica.  Apesar de parecer uma prática inofensiva, a automedicação mata todo ano 20 mil pessoas no mundo, conforme a OMS( Organização Mundial da Saúde). Logo, é preciso alertar a população sobra essa prática perigosa.

Primeiramente, o indivíduo do século XXI, vive a procura de rapidez e facilidade, e por causa do precário sistema de saúde público, o qual, além de não apresentar boa estrutura, ainda apresenta uma longa fila de espera, a população acaba o pitando por se automedicar. A falta de tempo faz com que as pessoas procurem um caminho mais rápido e bem mais prático, como a internet e a mídia.

Ademais, não só a facilidade de se automedicar através de pesquisas feitas na internet , como também a mídia com suas propagandas nas ruas e na TV, as quais apresentam os sintomas, os quais ajudam a se autodiagnosticar, e induz, indiretamente, o brasileiro a tomar medicamentos sem prescrição médica. Vemos isso, por meio da famosa frase - se persistir os sintomas o médico deverá ser consultado - que apesar de parecer inofensiva contribui para tal perigo.

Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para minimizar esse problema no Brasil. Nesse sentido, o Governo deve investir na área da saúde, por meio de projetos, a fim de melhorar a eficiência dos hospitais e apresentar rapidez no atendimento do paciente, então, procurar um médico se tornará uma opção mais segura e rápida. Além disso, o Ministério da Saúde deverá agir com a produção de propagandas, tanto nas ruas como na TV, com conteúdos educativos que mostrarão os perigos  e as consequências dessa prática perigosa, os quais conscientizarão que o adequado é procurar um médico. Assim, a problema da automedicação poderá ser atenuado no século XVIII.