As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 07/03/2020

Com o início em 2010, na Alemanha, a quarta revolução industrial chegou para mudar a forma como as coisas serão feitas. Por meio da tecnologia, as indústrias terão como objetivo fazer com que tudo seja feito de forma autônoma. Atualmente, temos caixas de autoatendimento, máquinas programadas respondendo perguntas sobre produtos, gerando questionamentos sobre o futuro do trabalho. Evidentemente, problemas com desemprego e adaptações dos mais velhos serão pontos negativos dessa nova era, além de tornarem-se um grande desafio pela frente.

É de conhecimento geral que, em uma sociedade, existem diversas profissões e cabe a cada um escolher a que mais se identifica. Teoricamente, quando o cidadão termina o colégio, ele entra em uma faculdade, se especializa e posteriormente começa a trabalhar, entretanto grande parte da população mundial não possui acesso a ela, seja por falta de dinheiro ou oportunidade. Segundo a BBC News, cargos como motorista de táxi, barman e diaristas possuem enorme risco de serem substituidos, sendo que esses são os ocupados pela maioria sem mão de obra especializada. Com isso, o índice de desempregados deve subir grandemente, sem contar com, atualmente, 5,4% da população mundial desempregada, segundo segundo o Estado de Minas Internacional.

Indubitavelmente, as pessoas que conseguem ingressar em uma faculdade, têm como objetivo trabalhar e se especializar na profissão preferida perpetuamente. Ao decorrer dos anos, com a quarta revolução em prática e extinção de muitas profissões, profissionais que estariam em seus cargos durante vinte ou mais anos, acomodados em seu ramo, encontrarão grande dificuldade com a adaptação. Visto que, estando desempregados, terão de voltar a estudar sobre algo fora de sua época, lutar contra o envelhecimento do cérebro, pressão social, devido a idade, além de não terem mais a energia que tinham quando jovens.

Segundo os argumentos apresentados, inegavelmente, o mundo está em constante mudanças e a adaptação profissional é fundamental e deve ser feita continuamente, além da conscientização das pessoas para que estejam preparados quando acontecer essa troca de realidade. Através de palestras e propagandas, escolas e o Ministério da Educação serão responsáveis por disseminar o entendimento sobre as profissões no futuro para os estudantes, já o IBGE deverá ter a função de divulgar os dados e o conhecimento para o restante da população. Fora a criação de cotas ou cursos, por meio do governo federal, para os mais velhos atualizarem-se, de forma diferenciada, para voltar ao mercado de trabalho e se adequar a nova realidade.