As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 25/02/2020
O lento processo de substituição homem-máquina
A tecnologia, no que lhe concerne, têm se tornado cada vez mais utilizada atualmente, aliás, torna-se indispensável para automatizar tarefas difíceis. Contudo, na visão de um grande físico norte-Americano, esse “avanço” pode trazer problemas, isto é, de acordo com Einstein a tecnologia ultrapassou a nossa sociedade.
Primeiramente, o grande uso de tecnologias com âmbito para automação é um grande risco para as profissões mais antigas. O Google, ao observar um brilhante jogador Chinês chamado Ke Jie de GO(jogo de tabuleiro de soma zero e de informação perfeita) resolveu criar um “software” para automatizar o processo de soma zero e para competir com Ke Jie. O resultado foi surpreendente, a máquina levou vantagem de dois pontos em cima do maior jogador de GO do mundo. Logo, evidencia-se o avanço tecnológico na contemporaneidade e que, estamos ficando cada vez mais para traz das nossas próprias invenções em determinadas tarefas.
Sendo assim, torna-se válido a frase de Einstein, em que o mesmo cita que a tecnologia ultrapassou a sociedade. Na verdade, do ponto de vista do físico esse pensamento é tautológico. Contudo, ainda não se encontram robôs conscientes resolvendo problemas sociais no cotidiano, apenas agentes inteligentes, ‘‘softwares’’ que resolvem com maestria, problemas isolados computacionais. Desse modo, a melhor maneira de se combater essa “guerra de conhecimento” homem contra máquina, torna-se, importante, o investimento em educação e tecnologia educacional para os que estão inciando como parte da sociedade, pois, atualmente, jovens trocam o processo de leitura, para desenvolver-se em mídias-sociais, consequentemente, deixam de desenvolver o processo criativo, justamente o que distingue os homens das máquinas.