As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 24/02/2020

As revoluções industriais marcam, definitivamente, a forma como o mundo passará a ser gerido. Atualmente, na 4ª Revolução, a nova lei mundial é a inteligência artificial que traz termos como “ algoritmo” e “ software” para o convívio. Entretanto, a maneira como se vive e trabalha é influenciada diretamente por essas mudanças, de modo que, vagas de emprego tradicionais tornam-se escassas, assim como os funcionários aptos para as novas demandas de mercado. Nesse sentido, os desafios das ocupações futuras precisam ser analisados.

Em primeiro plano, é válido ressaltar a obsolescência de certas profissões bem como a reformulação de outras de outras. Com o advento do computador, a profissão de datilógrafo foi extinta e não teve mais perspectiva de volta, pois a nova máquina exigia conhecimento superior ao simples trabalho mecânico de digitação. Todavia, há profissões que preservam seu valor, porém, precisam de reestruturação para adequar-se à demanda atual. Exemplo disso é a lista divulgada pela revista “BBC Brasil” que conta com as seguintes carreiras: medicina, direito, arquitetura, contabilidade, corretória imobiliária, entre outras. Desse modo, a chegada avassaladora da tecnologia, exige maior vínculo entre a inteligência humana e artificial.

Em contraposição, novas atividades surgem e demandam, cada vez mais, trabalhadores capacitados. A título de exemplo, a Revista “O Globo” publicou que o mercado de tecnologia brasileiro possui déficit de 24 mil profissionais por ano. Esse dado mostra o despreparo do país para adentrar com sucesso à nova era industrial. Diante disso, os serviços de capacitação precisam prosperar e graduar novas mentes capazes de suprir a demanda tecnológica que será requerida em poucos anos.

Portanto, fica evidente que a sociedade precisa encarar os desafios profissionais de modernização. Para isso, o Ministério da Educação (MEC) deve, impreterivelmente, atualizar os currículos do ensino superior através de análises estruturais do que é oferecido atualmente e vincular, ao máximo, o curso ´tecnologia a fim de formar pessoas qualificadas para lidar com os novos cargos emergentes. Além disso, o MEC também precisa incentivar a formação de profissionais em áreas substancialmente tecnológicas pois possuem previsão de amplo crescimento e ainda acrescentam no país com as inovações. Assim, o futuro dos algoritmos e softwares será bem-sucedidosociedade brasileira.