As moedas virtuais e a revolução das relações econômicas
Enviada em 13/10/2020
Criptomoedas, uma inovação tecnológica instável.
Com o pós Segunda Guerra Mundial, no período de 1950 e 1973 acarretou uma expansão econômica. Houve criação de bolsas de valores, bancos mundiais, sendo uma maior integração da economia global. Atualmente o engradecimento do dinheiro virtual, as chamadas de criptomoedas, muito atrativo por suas menores taxas e o anonimato, trazendo consigo riscos ao sistema financeiro e facilitando atividades ilícitas.
Primeiramente, pode-se destacar o dizer do ganhador do Nobel de economia em 2008 Paul Krugman, que acentua esse dinheiro do futuro crescido de um casulo, de uma ideologia libertária, um misticismo tecnológico. A falta dessa moeda com a realidade, o crescimento das atividades ilícitas em 2013, levaram essas criptomoedas há um alta de valor de 700% de acordo com a revista The Economist.
A partir do anonimato, crimes como lavagem de dinheiro, roubos, corrupção se destacam, como foi expressado por Fuller, " A humanidade está adquirindo toda a tecnologia certa por toda as razões erradas." As atividades ilícitas ganham espaço pelo o uso do protocolo “Blockchain”, que consiste em uma única chave, um único código por transação, sem interferência do Estado. Funcionando 24 horas por dia, 7 dias na semana, essas criptomoedas facilitaria as atividades ilícitas.
Por fim, vale destacar que por ser alto recém-chegado, não seria possível prenunciar o futuro, e nem saber como o mercado financeiro atual reagirá. Um mercado instável e atrativo, essas moedas devem ser regulamentadas pelo governo, para um resguardo aos compradores e vendedores, para o Estado dessas criptomoedas.