As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras

Enviada em 17/01/2025

A Constituição Federal de 1988, assegura a todos os cidadãos o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, o que não tem se efetivado ao analisar o cenário atual brasileiro. As queimadas criminosas geram danos a toda a fauna e flora e afetam também diretamente os humanos. Sendo assim, cabe a análise do descaso governamental e das falhas do sistema capitalista para a superação dos entraves da preservação ambiental.

Em segundo plano, deve-se observar a ineficiência do poder público em função da proteção dos biomas brasileiros. A ausência de fiscalização e punição severas criam o cenário perfeito para queimadas que visam a substituição de áreas biodiversificadas por campos degradados destinados à construção civil e atividades agrícolas.Dessa maneira, o Estado deve cumprir com sua obrigação, garantindo o bem-estar da população através de seu sustentáculo, a natureza.

Ademais, pode-se afirmar que o sistema econômico e político vigente no país contribui de maneira incisiva nas queimadas em regiões florestais.A obra cinematográfica “Avatar” retrata o planeta Pandora sendo devastado pelos humanos, consumido por chamas, para possibilitar a extração de minério. A ficção imita a realidade no parâmetro em que a ganância por capital estimula a consequências que não podem ser supridas com dinheiro, deixando claro que a base da economia, o meio ambiente, é visto como dispensável.

Portanto, é essencial considerar as dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras e mitigá-las. Isso deve ocorrer por meio de estudos e monitoramento em áreas de preservação - protegendo as áreas mais secas e competida pelos agricultores, garantido a sua preservação e a punição aos seus infratores - assim, os biomas brasileiros estariam protegidos e o postulado constitucional efetivado.