As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 25/10/2024
O mito da caverna, de Platão, descreve a situação de pessoas que se recusavam a observar a verdade em virtude do medo de sair de sua zona de conforto. Fora da alusão, a realidade brasileira caracteriza-se com a mesma problemática no que diz respeito as dificuldades de acabar com as queimadas nas florestas, onde a maioria dos cidadãos sabe o que acontece na mata e, ignoram a situalidade se recusando a reagir contra os incêndios.
Inicialmente, percebe-se as mudanças climáticas como um fator que dificulta a resolução do entrave, que podem ter causas naturais ou podem ser consequência das atividades humanas. Através dessa percepção, como consequência de feitos da população, ainda de acordo com Platão “o mito da caverna”, nota-se que a população está numa bolha de conforto, onde cada um prioriza os seus próprios interesses e esquecem de pensar na sociedade como um todo, consequentemente tais ações dificultam com o processo para acabar com o fogo nas selvas.
Nessa perspectiva, a máxima de Martin Luther King de que “a injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo lugar” cabe perfeitamente. Desse modo, tem-se como consequência a generalização da injustiça e a prevalência do sentimento de insegurança coletiva. Nesse contexto, vê-se que na maioria das vezes, as queimadas são provocadas pela ação humana de maneira criminosa, assim, colaborando com a injustiça e a tornando crescente no país brasileiro. Ademais, nota-se no filme de animação “Rio”, a injustiça com os animais das florestas quando a humanidade prioriza o interesse financeiro e nigligencia a natureza.
É fundamental, portanto, que o Ministério da Justiça em conjunto com o IBAMA e ONG´s, mobilizem-se a fim de preservar o meio ambiente. Tais ações devem se dar por meio da criação leis que proibam a atividade humana em locais de crescente queimadas, também separando helicópteros com o objetivo de levar água até esses locais para amenizar a queima da mata, e divulgando pelas redes sociais para que todos possam ter acesso a informação e ficarem atentos a qualquer ação criminosa na floresta que esteja sendo encobertada pelo governo e até mesmo as mídias. Dessa maneira, poderíamos resolver a problemática presente no Brasil.