As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras

Enviada em 24/10/2024

A Constituição de 1988 é considerado um marco histórico no país, uma vez que garantiu diversos direitos imprescindíveis para a sociedade. No entanto,esses não são devidamente realizados, já que constantemente é noticiado o aumento das queimadas ilegais provenientes da carência de investimentos e planejamento no país. Visto isso, percebe-se que esses fatores são um problema, tornando-os passíveis de serem combatidos.

Primeiramente, ainda que haja uma Carta Magna que garanta a proteção e preservação das florestas brasileiras, essa não é amplamente efetivada. Esse fato é corroborado por um artigo do jornal da Universidade de São Paulo(USP), que aponta a origem do problema na falta de investimentos em tecnologias que procuram auxiliar no processo de monitoramento, pelo fato de que os radares levam um tempo para identificar os incêndios. Dessa forma, o órgão de proteção ambiental tem seu tempo de resposta debilitado, fazendo com que o fogo tome proporções maiores.

Além disso, é importante ressaltar que ,de acordo com a pesquisadora da USP,Patrícia Faga, a carência de instruções e planejamentos para combater incêndios em situações diversas como, escassez hídrica, seca prolongada, entre outros, dificultam o combate dessas catástrofes. A especialista explica que além de não criar esses protocolos o governo também não procura realizar parcerias público -privadas com universidades, mesmo com vários profissionais qualificados a disposição.

Fica claro,portanto, que o pouco investimentos em tecnologias e planejamentos por parte do governo dificultam o combate ao incêndio no país, logo medidas são necessárias para resolver isso.Para isso,o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima deve, por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço(ICMS), promover parcerias publico-privadas e investir em novas tecnologias para aprimorar o monitoramento das áreas afetadas,utilizando drones, sensores, sistemas de irrigação, com objetivo de diminuir as queimadas florestais. Assim, a

longo prazo,os direitos regidos na Constituição serão devidamente compridos com

a diminuição das queimadas no solo brasileiro.