As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 09/10/2024
As queimadas são problemas enfrentados constantemente, pois podem ser originadas por ação humana ou causas naturais. Diversos estudos e relatórios, especialmente voltados para o Brasil ou regiões com alto indicie de queimadas, apresentam uma predominância de incêndios provocados de forma intencional, principalmente para fins pecuários, agrícolas, ou de expansão de áreas urbanas.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), aproximadamente 95% das queimadas no Brasil são causadas por atividades humanas, como o desmatamento para agricultura, pecuária ou limpeza de terreno. Isso ocorre frequentemente em áreas de floresta tropical, como a Amazônia, e também em áreas de cerrado e outros biomas. A falta de fiscalização efetiva faz com que queimadas causadas por atividades humanas aumente significativamente
ao longo do tempo, bem como a falta de conscientização.
As queimadas causadas por eventos naturais, como relâmpagos, são bem menos frequentes. Segundo o instituto nacional de pesquisas espaciais (INPE), 95% das queimadas registradas no Brasil têm origem antrópica. As causas naturais, como relâmpagos, são responsáveis por uma pequena fração, inferior a 5%. O INPE tem monitorado as queimadas por meio de satélites, e seus dados mostram uma predominância esmagadora de incêndios provocados por atividades humanas, como desmatamento e manejo inadequado do solo. Em diversos biomas como a Amazônia, o cerrado e outros biomas tropicais, as queimadas naturais são mínimas , com a grande maioria sendo provocada por atividades humanas.
Portanto, frear as queimadas no Brasil requer mais do que medidas pontuais. É necessário um compromisso firme entre governo, sociedade e setor privado, com políticas de fiscalização, incentivo ao uso sustentável da terra e conscientização ambiental. Somente com um esforço conjunto será possível preservar nossas florestas e assegurar um futuro sustentável, pois apenas