As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 09/10/2024
A constituição federal de 1988 ,documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 225, o direito ao meio ambiente equilibrado como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto tal prerrogativa não tem se reverberado Com ênfase na prática quando se observa " As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras",dificultando, deste modo, a universalização desses direito social tão importante. Diante dessa perspectiva,faz-se imperiosa análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise,deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater as queimadas. Nesse sentido, é evidente a ignorância de alguns cidadãos que fazem descartes de forma errônea de matérias sensíveis, como cigarros, em florestas, ocasionando as queimadas. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como uma violação ao “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação voltada ao meio ambiente, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais,é fundamental apontar o aumento da temperatura nas florestas como impulsionador da destruição de florestas no Brasil. Segundo o Programa Queimadas, do instituto de pesquisas espaciais (INPE), foram encontrados mais de 14 mil focos de calor em vários biomas. Diante de tal expostoé visível que com o aumento do calor, as florestas se encontram mais vulneráveis para possíveis focos de incêndio que acaba se alastrando. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso,é imprescindível que governo, por intermédio de escolas - criando aulas específicas para conscientizar os alunos sobre as queimadas e a importância das florestas- Além de estabelecer multas, a fim de acabar com o problema .
Assim, se consolidará uma sociedade mais democrática, onde o Estado desempenha corretamente seu " contrato social", como afirma John Locke.