As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 06/10/2024
No filme “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida”, dirigido por Chris Renaud, retrata-se como a destruição das florestas é prejudicial para a qualidade de vida da espécie humana. Analogamente, fora da ficção, é evidente que, na atualidade brasileira, é presente um período de intensas queimadas que, lamentavelmente, trazem impactos negativos para a sociedade e para a sustentabilidade. Dentre tantos fatores, cita-se o acesso desigual à qualidade ambiental e a expansão urbana.
É lícito postular, a princípio, que a realidade ecológica do Brasil não é igualitária ao transitar entre as diferentes classes sociais. Sob essa ótica, de acordo com o Artigo 225 da Constituição Cidadã, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Diante disso, é possível observar a hipocrisia da Lei, já que tal afirmação constitucional não é aplicada no corpo social contemporâneo, o que precisa mudar.
Outrossim, cabe salientar-se sobre como a ascensão da urbanização influencia no aumento da degradação ambiental. Dessa forma, segundo o site mundo da educação, “as cidades cresceram amplamente em áreas antes florestadas, sendo a remoção da vegetação necessária para a construção de casas, prédios e ruas”. A partir disso, pode-se afirmar que uma das formas mais rápidas de derrubar as árvores é através das queimadas, que agravam diversos problemas ambientais, o que é inaceitável e deve ser impedido.
Diante dos fatores supracitados, fica clara a necessidade de mudança. Logo, o Poder Executivo, responsável pela aplicação efetiva das leis do país, deve implementar de forma mais eficaz o Artigo 225, por meio de fiscalizações mais rigorosas, a fim de que tal empecilho seja solucionado. Ademais, a Mídia promoverá campanhas de reflorestamento. Só assim, tal problemática será resolvida e o mundo não se tornará como o de Lórax.