As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 04/10/2024
Diante da conjuntura atual, as queimadas nas florestas brasileiras devem ser debatidas, visto que a flora do Brasil contribui no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas. Desse modo, de acordo com o IBGE, uma área de mais de 17,3 milhões de hectares foi queimada no Brasil em 2023, tamanho maior que o território de alguns estados, como Acre ou Ceará. Por isso, deve-se conscientizar a população sobre a reprodução de tal situação. Dentre tantos fatores sobre a problemática, cita-se a educação lacunar e a má influência midiática.
A princípio, é lícito postular que a ausência de ensino do incêndio que ocorre no Pindorama limita os conhecimentos do corpo discente. Dito isso, ressalta-se o conceito “Banalidade do Mal”, da filósofa Hannah Arendt, no qual afirma-se que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Analogamente a isso, pode-se relacionar esta afirmação à contemporaneidade, já que na maior parte das instituições educacionais da Terra dos Papagaios, o ensino sobre a queima florestal é insuficiente ou inexistente. Logo, a principal causa da adversidade citada advém da incapacidade e da insuficiência educacional.
Ademais, é válido ressaltar que, devido à mídia se manter em silêncio perante o atual colapso social, faz com que a população perca uma oportunidade de alertar as autoridades para uma possível resolução. Dessa maneira, salienta-se a teoria do filósofo Karl Marx, “Silenciamento de Discursos”, na qual alega que alguns temas são omitidos na sociedade para silenciar as mazelas sociais. Então, torna evidente a necessidade de mais dedicação da atenção da mídia para este assunto, de modo que é inadmissível que este cenário perdure.
Portanto, soluções são necessárias para evitar a reprodução de tais problemas. Para isso, é necessário que o Ministério da Educação - órgão do Governo Federal da Terra Nova encarregado do despacho de todos os assuntos relativos ao ensino - deve ensinar nos institutos sobre a importância do arvoredo para a República Federativa do Brasil divulgando campanhas, através de “outdoors” que contenham ensinamentos, com o fito de conscientizar os cidadãos. Outrossim, é preciso que o Ministério das Comunicações repense sua despreocupação neste aspecto, por meio da criação de propagandas televisivas. Só assim, esta realidade será resolvida.