As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras

Enviada em 01/10/2024

É indiscutível que o aumento de queimadas florestais no Brasil vem se intensificando gradativamente, mediante a ações antrópicas, climáticas e o desmatamento. Porém, as consequências são ocultadas e retratadas com pouca importância, acarretando temporadas em razão de desvios de políticas públicas.

Analisando o cenário atual, a maior parte da proporção de exploração está relacionado com a economia, tendo foco na expansão de produção em massa e a abertura de novas portas para o agronegócio. Entretanto, justamente pela falta de fiscalização das áreas, que facilita o acesso e ocorrência de crimes ilegais em proveito excessivo de propriedades, há destruição da faúna, flora, qualidade de vida, e consequentemente, o meio urbano e rural.

O artigo 225 da Constituição prevê o direito ao meio ambiente, trabalhando em conjunto para a preservação e alcance de metas ecológicas futuramente. Em relação a isso, há a falta de punições aos responsáveis pelo crime, estimulando

uma prática cíclica, já que a banalidade das queimadas se torna algo comum na sociedade, visto que ao praticá-la, não há repreensão ou aumento de pena de prisão e multas aos que ocasionam o mesmo. Logo, é de suma importância o

reforco das penalidades, e a implementação de novas ferramentas de investigação como interceptação telefônica, que auxiliam na buscas e monitoramento das áreas.

Em virtude do que foi mencionado, os impactos são prejudicias para a saúde, emitem gases poluentes e tóxicos, afetam biomas, espécies. A prevenção deve ser realizada pela construção de projetos que visam a atenção a natureza, limpeza de áreas, descarte correto de materiais inflamáveis, elaboração de produções sustentáveis, evitar a queima de entulhos,maior fiscalização e dar valor à conscientização ambiental.