As dificuldades para frear as crescentes queimadas nas florestas brasileiras
Enviada em 21/09/2025
A Constituição Federal assegura à todos os direitos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e o dever de preservá-lo. Entretanto, o aumento do número de incêndios nas florestas do país, devido a expansão agrícola e a negligência para com a preservação ambiental impede que este direito seja usufruído na prática. Com isso, medidas são necessárias para frear as crescentes queimadas nas matas brasileiras.
Primeramente, percebe-se que a preservação ambiental encontra obstáculos na sociedade capitalista. A esse respeito, a expansão agrícola no território, cujo principal objetivo é o crescimento econômico, foi palco de inúmeras queimadas, com a finalidade de limpar o terreno e aplicar a monocultura. Em virtude disso, o aumento anormal das queimadas.
Ademais, a ocorrência de incêndios criminosos expõe a fragilidade do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) em manter a sustentabilidade. Isso fica evidente, em uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, mostrando um aumento de 46% dos focos de fogo no território. Ocorre que a fiscalização , ausente no país, fomenta o avanço do desmatamento que, enquanto persistir, a sociedade estará sob pena de graves prejuízos.
Dito isso, a necessidade de ações governamentais, que visem atenuar a problemática. Cabe ao Ministério Público Federal, em parceria com ONGs ambientais, fiscalizar as principais do país, vulneráveis a incêndios, criminosos ou não, a fim de combater o problema e manter a sustentabilidade. Ainda deve investir em campanhas, por meio da mídia televisiva e da internet, em breves documentários, os prejuízos advindos de incêndios criminosos nas matas brasileiras. Com essas medidas, a valorização das riquezas naturais aumentará e sua preservação garantida constitucionalmente.