As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 14/05/2019
Historicamente falando, os primeiros indícios da entrada de jovens no mercado de trabalho, se deu durante a revolução industrial onde muitas mulheres e crianças tiveram que ir trabalhar nas fábricas enquanto os homens estavam em conflitos armados. Logo, não era nada satisfatório, as más condições não contribuíram, onde muitos morriam para manter o funcionamento das máquinas, sem contar as longas jornadas que podiam durar até 16 horas diárias. Deste modo, a problemática está em torno do menosprezo ou desvalorização que essas tarefas recebem atualmente, além de um alto nível de exigências requeridas.
Segundo dados da IPEA(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), quanto mais cedo começar a prática do ofício, maiores as chances de conseguir um emprego em tempo integral. Tomando como base, podemos citar o desabono crescente que o ato de trabalhar recebe nos dias atuais, onde muitos acabam vendo só como uma forma de sobrevivência.
Ademais, também podemos citar a grande demanda de requerimentos que muitos lugares exigem para a contratação, como por exemplo: 5 anos de experiências ou cobrança de certificados que necessitam de muitos investimentos, tanto em dinheiro, quanto em tempo. Por conta disso, hoje existe o programa Jovem Aprendiz que é um projeto do governo federal que visam a capacitação profissional de jovens e adolescentes.
Em suma, ao que foi exposto, podemos tomar como exemplo a frase do filosofo pré-socrático, Heráclito, “a única constante é a mudança”, no que se refere a necessidade de melhoria. Em síntese, tornam-se necessárias medidas que visem qualificar ainda mais, senão abrir as portas para o mercado de trabalho; isso através da criação de mais projetos financiados pelo Ministério Público, pregando em escolas, através de oficinas e palestras com a finalidade de abrir os olhos para o futuro potencial e a sua finalidade com o mundo.