As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 13/07/2019
Consoante o físico alemão Albert Einstein " No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade “. Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário global, sobretudo no que tange a crises humanitárias, posto que nações têm dificuldades de acolhimento desses. Isso ocorre, ora em função do despreparo civil, ora pela inação das esferas governamentais para conter esse dilema. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.
A priori, é imperioso destacar que as dificuldades para o acolhimento de refugiados é fruto do despreparo civil de lidar com crises humanitárias. Isso porque, quando a população local é exposta a hábitos e costumes diferentes, daqueles que tradicionalmente fazem parte da comunidade, acabam colocando estigmas pejorativos em determinado grupo. Esse panorama se evidencia, por exemplo, quando refugiados vão em busca de emprego e, muitas das vezes, por causa de sua nacionalidade não consegue uma vaga. Logo, é substancial a alteração desse quadro que vai de encontro à possibilidade de uma vida digna para o homem.
Outrossim, é imperativo pontuar que o despreparo para o abrigo de refugiados, deriva, ainda, da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismo que coíbam tais recorrências. Isso se torna mais claro, por exemplo, ao o observar países que faziam parte da convenção de Genebra- acordo criado para proteção de refugiados- saindo desse contrato por causa de um viés ideológico e xenofóbico. Dessa maneira, entende-se essa questão como uma problemática cuja resolução deve ser imediata.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater essas dificuldades de acolhimento. Para tanto, cabe a ONU- Organização responsável pelo diálogo entre nações- Organizar um novo comitê para que se possa atualizar o acordo de Genebra e, caso nações fiquem de fora, puni-las com rigorosas sanções. Ademais, o Ministério do trabalho deve criar projetos para que possa incluir os refugiados por meio de cotas nas empresas.