As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 12/07/2019

Após a Segunda Guerra Mundial fez-se necessário definir quem é o refugiado, sendo assim, a ONU estabelece que: eles são quem está fora de seu país de origem e não consegue, ou não pode, retornar por medo de retaliações relacionadas a sua raça, religião, opiniões políticas. A população refugiada do século 21 possui grande número de crianças desacompanhadas, tornando-as vulneráveis à exploração sexual e ao trabalho infantil.

Na história houveram diversos momentos nos quais o fluxo de refugiados foi tão grande quanto o atual, por exemplo os protestantes migrando para as Américas com o objetivo de fugir de perseguição religiosa ou mesmo durante a Segunda Guerra Mundial em que boa parte da população europeia precisou deixar suas casas pelos mesmos motivos.       Atualmente vive-se em um momento onde os campos de refugiados passaram a ser moradia permanente, os motivos que levam à escolha de deixar o lar e viver em ambientes precários são as limitações de acesso à direitos básicos como a liberdade de escolha, como os conflitos que criam refugiados estão localizados no Oriente Médio a primeira escolha mais próxima são os países da Europa. Ao chegar a este continente os primeiros desafios são o pedido de asilo, racismo, xenofobia, falta de estrutura nos campos, impossibilidade de conseguir emprego, o que os torna dependentes de ajuda humanitária, aumentando o estigma sobre essas pessoas. Nos últimos anos houve aumento significativo nos casos de racismo e preconceito contra essa classe devido aos atentados terroristas que aconteceram nos últimos anos, mas esquece-se de que entre os refugiados predominam aqueles que necessitam de ajuda para reconstruir suas vidas.

Portanto, faz-se necessário criar políticas de inclusão desses grupos, inserção das crianças em escolas e ações em conjunto, ONU e governos nacionais, para integrá-los na sociedade como cidadãos ativos.