As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 08/10/2022

Desde pequeno crescemos com a ideia de que pecisamos ser bem sucedidos, ter uma boa profissão, estudar bastante para termos um sucesso brilhante. Quando chega a adolescência, chega essa pressão de que com 17 anos, você precisa escolher uma boa profissão para o resto de sua vida, conseguir passar em vestibulares super difícieis, basicamente tem que ter toda sua vida planejada, sendo tão jovem.

Essa pressão destimula bastante os jovens, muitas vezes eles tem potencial para conseguir alcançar seus sonhos, mas essa cobrança acaba fazendo com que eles não tenham forças, não tenham vontade de fazer as coisas. Os pais que deveriam ser os maiores incentivadores de seus filhos, acabam sendo ao contrário. Porque eles colocam tanta expectativa pelo sucesso do seu filho, que chega ser angustiante, e sufocante. E alguns deles não querem nem que a pessoa escolha a profissão que vai seguir, os pais querem controlar tudo, o que torna muitas mais difícil. Além disso, teve também a pandemia que agravou muito. Pois os jovens ficaram muito mais angustiados, pela incerteza do que ia acontecer, se os vestibulares, por exemplo, iam acontecer. E também pelo de fato de que de uma hora pra outra, você não podia mais sair, tinha que ficar em casa, sem ter seus momentos de lazer, isto foi algo totalmente desesperador, e acarretou em doenças muito comuns nos jovens hoje em dia, como depressão e ansiedade. Segundo uma pesquisa realizada pela Unicef, pelo menos uma a cada sete crianças e jovens de dez a 19 anos convive com algum transtorno mental diagnosticado em todo mundo. Além disso, também mundialmente, cerca de 46 adolescentes morrem por suicídio a cada ano, uma das cinco principais causas de morte nessa faixa etária.

Desse modo, devemos procurar estimular mais os jovens, promover ações em combate a doenças, como ansiedade que acometem tantos os jovens. Temos também que orientar os pais a não colocaram tanta pressão em seus filhos, e aos jovens a não colocarem tanta pressão em si mesmos, e a acreditarem em seu potencial, saber que uma prova não é tudo e não vai lhe definir como pessoa.