As consequências da pressão exercida sobre os jovens
Enviada em 03/10/2022
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê, em seu artigo 6 o direito á saúde mental como inerente a todo cidadão. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa as consequências da pressão exercida sobre os jovens. Nesse sentido, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater esse problema. O mesmo não faz nada para ajudar os jovens que estão sofrendo com as consequências da pressão exercida tanto pelos pais quanto pela escola. Estes ocorridos implicam no uso abusivo de medicações, por meio de quaisquer entorpecentes, analgésicos e outros. Mas,além disso, o consumo de álcool e cigarro na adolescência aumentou entre indivíduos de 15 a 24 anos, segundo o G1.De acordo com o filósofo Jonh Locke, configura -se como uma violação do contrato social já que o Estado não cumpre a sua função de dar apoio aos jovens que sofrem com esses problemas.
Ademais, a pressão exercida por parte dos pais também pode trazer consequências sérias, tais como: crises de pânico, ansiedade, insônia, transtornos alimentares e, até mesmo, depressão. Desse modo, há muitas razões pelas quais os adolescentes buscam refúgio em alívios momentâneos.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, o Ministério da Saúde deve promover eventos abertos ao público, direcionados para adultos que têm de lidar com jovens no dia-a-dia, mostrando-lhes o que fazer em casos mais agravados e como ajudar a aliviar a pressão e o estresse desses indivíduos. Dessa forma, tal projeto contará com palestras de psicólogos, sociólogos, psiquiatras e pedagogos, a fim de diminuir o índice de complicações desse tipo entre a massa social adolescente. Assim, se consolidará uma sociedade bem mentalmente onde o estado cumpre o seu contrato social, tal como afirma Locke.