As consequências da pirataria para a sociedade

Enviada em 26/05/2019

Pirataria é crime, no que diz respeito à violação de direitos autorais, segundo o artigo 184 do Código Penal. No entanto, é uma prática que deveria ser mal vista pela sociedade, porém, não é isso que acontece. Além disso, a pirataria se tornou corriqueira entre os brasileiros gerando desemprego e afetando diretamente a economia do país. Por consequência, deve-se esclarecer os efeitos dessa prática que englobam aspectos socioculturais e o poder executivo.

Em primeiro lugar, a pirataria se tornou um problema cultural e o brasileiro aceita e alimenta essa ideia. Ademais, os produtos pirateados são consumidos por causa do seu baixo custo tornando o consumidor financiador do crime, promovendo o desemprego formal de milhões de pessoas. De certo, segundo dados do jornal Tribuna, o Brasil ocupa o décimo primeiro lugar no ranking da pirataria em todo mundo. Como resultado, o alto índice de rapina fez com que o número de trabalhadores com carteira assinada tivesse uma queda significativa, pois com a economia afetada não há geração de emprego. Indubitavelmente, o brasileiro opta por produto de baixo custo, mesmo sendo a pirataria uma das causas do desemprego.

Certamente, uma das causas da rapina é a alta carga tributária que eleva o preço dos produtos, conduzindo o consumidor a optar pelo produto pirata. Outrossim, segundo dados da Federação de Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio), 93% dos consumidores de produtos falsos são atraídos pelo baixo preço. Por certo, a Interpol considera a pirataria o crime do século, que movimenta cerca de US$ 522 bilhões por ano em todo o mundo. De fato, com a predominância da rapina, a economia do país se encontra prejudicada, gerando uma reação em cadeia que não afeta só a questão econômica, mas também, o próprio consumidor que coopera para o desemprego. Assim sendo, o combate a rapina, ainda está em evidência no Brasil.

Portanto, a pirataria gera uma série de consequências para a população. Destarte, o Estado, como órgão de instância maior, deveria reduzir a carga tributária dos produtos, para que toda população tenha acesso à compra, reduzindo o consumo exagerado da pirataria, favorecendo a economia e gerando mais empregos. Dessarte, as escolas, como centro de ensino deveriam realizar palestras de maneira mais didática e eficiente, sobre as consequências da pirataria para sociedade, visando formar alunos menos tolerantes à essa prática, desestimulando-a,  para que o seu consumo se reduza de forma significativa. Assim, o desafio da pirataria no século XXl, poderá ser combatido e haverá uma sociedade mais íntegra e justa, com menor índice de desemprego, reduzindo a desigualdade social e favorecendo a economia do país.