Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 26/10/2019

Em 1934, durante o governo de Vargas, a educação brasileira foi modificada, com o intuito de formar técnicos para servirem a reforma interna. Assim, mesmo com tal modificação, atualmente, o país verde e amarelo sofre com o analfabetismo funcional, no qual o indivíduo não tem a capacidade de interpretar os diferentes tipos de textos e nem efetuar cálculos matemáticos básicos, em que isso é bastante presente por motivos de que ainda há uma educação sem base, além de professores não tão bem qualificados. Dessa forma, portanto, vê-se que esse problema é maior frequente por motivos de omissão do Estado diante do óbice, como também pela falta de incentivo familiar para uma melhor educação dos filhos.

É válido destacar, em primeira análise o que afirmou Pitágoras, que é necessário educar as crianças para que não seja preciso castigar os homens. Nesse viés, pode-se afirmar que a educação nas terras tupiniquins é falha no que tange a base educacional, quando refere-se à formação de cidadãos capacitados e com potencial de saber ler e interpretar o que leu, uma vez que, de acordo com o Jornal da Record, apenas 70% da população, com formação superior, são proficientes na leitura e na escrita. Por conseguinte, essa falta de intervenção do Estado na grade curricular educacional faz com que o Brasil tenha um elevado número de profissionais sem ao menos conseguir compreender textos nem proceder cálculos matemáticos.

Outrossim, pode-se enfatizar  que metade da população brasileira, entre 15 e 64 anos, tem dificuldade em entender as diferentes formas de textos, segundo, também, o Jornal da Record. Nessa perspectiva, boa parte disso deve-se a falta de uma boa qualificação dos professores, pois grande parte dos aprendizados do indivíduo são decorrentes da escola, no qual são proferidos por estes profissionais. Consequentemente, quando não há professores aptos a formar cidadãos com boas interpretações,  os alunos concluem o ensino sem serem propícios de um bom desempenho no entendimento da leitura.

Dessa forma, entende-se, portanto, que a educação brasileira não forma indivíduos como realmente deveriam ser formados, pois há um déficit quando refere-se ao domínio da leitura e compreensão. Por isso, é necessário que o Governo, por meio do Ministério da Educação, deve modificar o ensino, como a reforma do ensino médio, no qual vise um estudo mais focado e eficiente, além uma capacitação dos professores, proferidos para os alunos brasileiros, para que estes tenham uma melhor qualificação escolar. Além disso, a família deve emitir uma edução aos filhos com isentivo ao estudo, desde pequenos, já que são seres ainda em formação e levarão o aprendizado até a faze adulta. Assim, no Brasil, ocorrerá o que disse Pitágoras, em que não será preciso corrigir os homens.