Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 08/10/2019
É notório que o analfabetismo funcional é um problema social,no entanto,mesmo com os avanços da educação essa situação permanece na sociedade brasileira.De acordo com Indicador de Analfabetismo Funcional(INAF),três entre cada dez brasileiros têm limitações para interpretar textos, escrever e fazer cálculos matemáticos simples.
Em primeiro lugar, o sistema educacional é fraco e o interesse dos alunos em relação a leitura apresenta um percentual pequeno.Afinal,esse problema está associado com o domínio do português.Segundo um estudo apoiado pelo Instituto Pró-Livro,o brasileiro lê uma média de 4,96 livros por ano. Desse total, 2,88 são lidos por vontade própria. O restante é indicado pelos professores na fase escolar.
Além disso, é comprovado que os países desenvolvidos são os que possuem melhor qualidade educacional, isso sugere uma desigualdade social e econômica,ou seja,o desenvolvimento do país está ligado diretamente com ensino.Contudo, o analfabetismo funcional prejudica o indivíduo de forma intelectual e profissional, promovendo uma exclusão, discriminação e dificuldades na comunicação dentro dos âmbitos pessoais e ocupacionais.
Desse modo, o Ministério da Educação(MEC) com a colaboração de escolas promover projetos aberto para o público com incentivo a leitura, criação de grupos para despertar o interesse nos livros e metodologias com conteúdos mais complexos para treinar as habilidades de interpretação. De acordo com filósofo Sêneca,“A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida”.