Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

Após a segunda guerra mundial, a Alemanha estava numa condição desfavorável, o impacto do grande conflito deixou suas consequências. Vária cidades bombardeadas e muitos cidadãos mortos. O país precisava se reerguer e uma ferramenta importante foi, e ainda é, a educação. Atualmente, no Brasil, vê-se pouco investimento na educação e os resultados se mostram ruins.

Numa matéria feita pelo Jornal da Record, mostrou-se que 50% da população, mesmo sendo alfabetizada, têm dificuldades na leitura e assimilação de conteúdos. Na Alemanha, por exemplo, há uma divisão escolar interessante e importante, equivalente ao jardim de infância no Brasil, as crianças passam por uma triagem que observa se elas têm dificuldades de aprendizado e são pagas mensalidades nessa fase inicial da escola. Após o jardim de infância, o custeio é público e as crianças são alocadas em tipos de colégios de acordo com suas dificuldades. Um ponto importante a se analisar é a forma como os alemães observam a educação no país dos mesmos, eles levam a dificuldade do indivíduo em conta e não a tratam como mera estatística. Por meio dessa divisão é possível fazer um prognóstico em cima da dificuldade da criança e torná-la capaz para o mercado de trabalho.

É importante que a educação seja vista como um fator significativo para economia, pois uma mão de obra capacitada propicia melhores resultados para o país. A escola não deverá ficar fazendo uso de apenas uma metodologia de ensino, mas observar metodologias que se adequem a ambientes diferentes. Será preciso se desfazer da ideia de memorização como forma de aprendizado e implantar na forma de ensinar o despertar do senso crítico do indivíduo para que ele consiga achar respostas para problemas do meio que o mesmo se encontra.