Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 13/10/2021

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), antes de 2019 a Covid já existia, porém, nesse ano, surgiu uma variação dessa doença, mais agressiva e infecciosa, que originou a Covid-19. Nesse bojo, as alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil requer especial atenção. Acerca desse tema multifatorial, cabe enfatizar a aplicação maciça da vacina, bem como a negligência do uso de máscaras e álcool gel.

Primeiramente, a não vacinação vai de contramão ao objetivo de aplacar os efeitos das variantes da Covid-19. Nesse contexto, de acordo com a OMS, todas as vacinas criadas para combater o vírus (Oxford, Moderna, Pfizer, Sputnik V e Coronavac) funcionam contra as novas variantes, podendo ter, ou não, sua eficácia levemente reduzida. Assim, com a eficiência comprovada, é de suma importância a tomada das vacinas- oferecidas gratuitamente pelo SUS-, visto que, a carência de sua aplicação faz com que, pessoas não vacinadas ponham em risco, não só sua vida, mas também, as de quem o cerca, daí, cria-se, além de um problema de saúde pública, um problema social.

Outrossim, a negligência do uso dos instrumentos de segurança contra a Covid-19 é um potencializador de seus efeitos negativos. À luz dessa ótica, o Dr. Drauzio Varela expõe que é de suma importância o uso de máscaras e álcool gel para o combate às novas variantes do Coronavírus. Assim sendo, não usar esses equipamentos regride o progresso de combate à epidemia. Nesse bojo, com a fala do Dr., nota-se que as medidas de segurança adotadas para combater a Covid-19 também são funcionais para suas variantes. Assim sendo, o isolamento social, a aplicação de vacinas, o uso de máscaras e álcool gel, ascendem como os meios mais funcionais para aplacar os efeitos das novas variantes do Covid.

Conclui-se, portanto, que medidas são necessárias para criar alternativas para driblar os efeitos do avanço das novas variantes da Covid-19 no Brasil. Com isso em pauta, urge ao Estado- agente assegurador de direitos- organizar e distribuir vacinas com mais dinamicidade, de modo a vacinar o máximo de habitantes possível, com a finalidade de imunizar à população e vetar a transmissão do vírus através da imunidade coletiva. Outrossim, cabe às mídias- agente modelador de gostos e padrões- o incentivo ao uso de máscaras e instrumento de controle ao Corona, por meio da demonstração dessas ações em seus conteúdos, com o fito de aproximar a população à essas práticas.