Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 28/09/2021
No livro “Utopia”, de Thomas More, é exposto um ambiente no qual a consciência coletiva e a eficiência do Estado são fundamentais para o avanço da nação. Fora da obra, as alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 apresentam um obstáculo para a sociedade brasileira. Nesse sentido, em virtude da falta de sabadoria da população em cumprir a quarentena, como também a banalização do governo à questão, o problema é intensificado e agravado.
Em primeiro plano, é indubitável que a população não cumpra à risca os cuidados durante a quarentena. Desse modo, de acordo com a revista Veja, o Brasil virou campeão mundial da desordem da pandemia, por não respeitar o isolamento e não usar a máscara corretamente. Consequentemente, o vírus por estar em contato com muitos indivíduos sofre mutações para se manter mais forte, afetando então mais pessoas, tornando o nível de entubados maior, segundo pesquisadores do Instituto Butantan.
Outrossim, é notório que a banalização do governo acarreta o maior número de variantes. Posto que, conforme o Uol notícias, países que estão tomando os devidos cuidados como a Nova Zelândia, apresentam menor número de variantes no país. Por outro lado, o Brasil teve por volta de 80 variantes do novo coronavírus identificadas até o segundo semestre de 2021. Dessa forma, é visível que o governo não cumpre efetivamente a promessa de proteger os brasileiros em relação à saúde, visto que, o país chegou a marca de 525 mil mortos durante a pandemia.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessárias medidas que driblem os efeitos das variantes da Covid-19 no Brasil. Por conseguinte, cabe ao governo federal, juntamente ao Ministério da Saúde, cumprir com o direito do cidadão que assegura a saúde da população, por meio de multas para as pessoas que não cumprirem o distanciamento, como também o não uso da máscara em lugares públicos, a fim de evitar o contato de contaminados com outras pessoas. Não apenas, a conscientização nas redes sociais para que os brasileiros entendam de fato a gravidade da doença. Em síntese, criar uma consciência coletiva e contar com a eficiência do Estado como em “Utopia” de Thomas More, para diminuir os avanços das variantes do vírus no país.