Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 11/09/2021
Promulgada pela Organização das Nações Unidas, em 1948, os Direitos Humanos garantem a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, no Brasil, há uma parcela da população que não desfruta desse benefício na prática. Nesse sentido, é importante salientar as principais afirmações negativas sobre o assunto a ser abordado e uma possível solução para aproblemática.
Em primeira análise, é importante ressaltar o Governo como principal responsável desse problema. Para o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio da sociedade seja alcançado. Conquanto, a realidade é justamente o oposto, o resultado se reflete no hospitais, por falta de leitos, ventilação para intubar casos graves e a escassez de vacinas para a prevenção do avanço do vírus e diminuição da mortalidade pela doença, cabe ao poder judiciário resolver essa causa.
Outrossim, destaca-se o elevado umero de óbitos na saúde pública do país, Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas),disse que será necessário vacinar 90% da população para controlar a transmissão das variantes. Além disso, com a demora da vacinação e sem nenhum medicamento científicamente comprovado para combater a doença, prejudica a população dessa nação.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para a solidificação de políticas públicas para a construção de um mundo melhor. Dessa forma, o Estado junto com o Ministério da Saúde, devem acelerar a imunização da sociedade, por meio de investimentos em antígenos aprovado pela Agência Nacional de Vigilancia Sanitária (ANVISA) para diminuir a disseminção desse ser malígno, Em adição, com intuito de melhorar a qualidade de vida dos cidadões. Desse modo, a teoria constitucional estará mais próxima da prática efetiva.