Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 02/09/2021
A sociedade atual passa por um dos momentos mais dramáticos das últimas décadas: a presente pandemia do coronavírus, a qual já causou mais de quinhentos e oitenta mil mortes, apenas no Brasil. Desde março de 2020, onde tivemos o primeiro caso, o país tem passado por vários processos e medidas de contenção e preventivas, com quarentenas, que acabaram por causar impactos na economia. Nos últimos meses em conformidade com a Organização Mundial da Saúde, iniciou-se um relaxamento, junto a “Retomada Consciente”, não significando o fim da epidemia, pois ainda há pessoas sendo contaminadas e vindo a óbito, junto a descobertas de novas variantes.
No enfrentamento a COVID-19 uma das principais preocupações, é a respeito do surgimento de novas variantes, novas cepas continuam a surgir. Assim como a nova CEPA C.1.2, identificada em maio de 2021 em duas províncias da Africa do Sul, Mpumalanga e Gauteng, da qual vem sendo alvos de muitos estudos por ter acumulado uma série de mutações. Conforme dados do site brasil.elpais, a Variante Delta, está sendo a mais preucupante, por ser 60% mais contagiosa, logo que surgiu em dezembro de 2020 na Indía e já ter se espalhado por todo o mundo.
Segundo o portal de notícias G1, somente 29,34% da população está, até o momento, imunizada com a segunda dose ou a dose única da vacina contra o coranavírus, portanto, todo cuidado é importante para impedir seu avanço. Portanto, é de extrema importancia que toda população continue a utilizar de todos os recursos básicos, como o uso de máscaras, a higienização das mãos, o isolamente ao se sentir indisposto e principalmente tomar a vacina, independe de qual seja ela.
Em suma, é essencial que todas medidas utilizadas no controle do vírus no Brasil dêem continuidade. O governo deve manter o foco com recursos na saúde pública, investir e dar suporte necessário a ciência e a inovação, dar condições financeiras a população que não tem recursos, fiscalizar e ser rigoroso com as contratações e todo o processo que envolve o controle da COVID-19. Desta forma, instruindo e incentivando a vacinação, pois só com todos, imunizados e conscientes das suas responsabilidades conseguiremos reduzir a disseminação do vírus .