Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 05/09/2021

A pandemia do vírus Covid-19 já se estende no Brasil há quase dois anos. Durante este período, foram noticiadas diversas matérias jornalistícas explicando sobre certas mutações genéticas que tornaram a doença ainda mais infecciosa e letal. O povo se encontra esgotado após passar meses em uma rotina repleta de mortes, sem esperança para o retorno da vida normal, entretanto, o que é possível ser feito para barrar o avanço do vírus?

Desde o começo da epidemia, quando o Brasil não era epicentro do coronavírus, foram estabelecidas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) algumas medidas protetivas que poderiam ser utéis contra o vírus: isolamento social, higienização de mãos e alimentos com alcóol e, principalmente, o uso de máscaras. Essas regulamentações seriam necessárias para conter o avanço do vírus e suas possíveis variantes, sobre as quais não haviam muitas informações. Inicialmente, o povo brasileiro aderiu bem a essas indicações, porém, na metade de 2020, um amontoado de notícias falsas passou a circular nas redes sociais, influenciando bolhas  sociais a duvidarem da veracidade da epidemia e a burlar os meios de prevenção.

O avanço destas “fake news” gerou um aumento significativo de casos e, consequentemente, de mortes. Mais do que nunca o isolamento social e a restauração de regras se fez necessário, ocorrendo uma tentativa de conscientização em massa, na qual felizmente deu certo. O conhecimento sobre as mutações do vírus, juntamente com o começo da vacinação, representou um ciclo de esperança para um povo que já estava encurralado devido a dificuldade de estabilidade emocional e financeira. Contudo, é importante frisar que  continuar com as restrições é crucial nesse momento.

Portanto, viu-se que só há uma maneira de conter novas facetas do vírus, que é cumprir as recomendações de profissionais da área da sáude. Assim, a superação do problema poderá ser realizada com sucesso e, finalmente, a normalidade do antigo cotidiano poderá voltar à rotina dos brasileiros.